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  História     

Segundo a tradição, a origem do topónimo de Gondomar remonta ao ano 610 D.C., quando o rei visigodo Flávio Gundemário, andou por estas terras ricas em ouro.
Como demonstram achados arqueológicos encontrados no Monte Crasto, o local terá sido habitado muito antes.
Documentalmente os primórdios desta terra remontam a uma referência à Igreja de Stª Eulália, no ano de 897.

Outra versão é que Gondomar tem a sua origem em vila Gumades (de mina de ouro) e vem directamente do latim Gundimarus.
Os documentos mais antigos de que há conhecimento, datados de 1095 já referem a Vila de Gondomar, como podemos observar, antes da fundação da nacionalidade em 1143.

D. Sancho I, o Rei Povoador, demarcou o couto de Gondomar em 1193, doando-o ao Bispado do Porto e fazendo acompanhar da respectiva carta de couto, confirmada por seu filho D. Afonso II, em 1218. No reinado de de D. Manuel I, em 1515, é atribuído o foral ao "Município de Gondomar".

Ao longo da sua história, Gondomar foi ganhando e perdendo freguesias, alterando a sua própria configuração geográfica. Das várias modificações verificadas, destacam-se as perdas de Avintes (para Vila Nova de Gaia) e de Campanhã (para o Porto), mas também os importantes ganhos de Melres, Rio Tinto, Lomba e São Pedro da Cova.

Em 1927 a sede do concelho - S. Cosme - foi confirmada como "Vila de Gondomar" e elevada à categoria de Cidade mais recentemente, em 1991.
A actual situação juridico-administrativa do Concelho contempla três cidades (Gondomar, Rio Tinto e Valbom) e duas vilas (Fânzeres e S. Pedro da Cova).

Gondomar Coração de Ouro

O Coração de filigrana, logótipo de referência do concelho de Gondomar, é parte integrante do brazão da cidade, representa as industrias locais, significando o sentimento artístico com que esta indústria é executada em Gondomar, é de ouro, metal que alude ao nome da Cidade e é o mais rico da heráldica e que significa nobreza, fé, sabedoria, fidelidade, constância, poder e liberdade. É esmaltado de azul que significa zelo, lealdade e caridade.



Foral de D. Manuel I


Gondomar visto do Monte Crasto


Estandarte

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